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- Salvador deixa de arrecadar R$ 1,7 bilhão com cancelamento do Carnaval em 2021
Foto: Fernando Vivas/GOVBA Cerca de 60 mil trabalhadores ficaram sem opção de trabalho durante o período de festejos A suspensão do Carnaval de Salvador de 2021, devido à pandemia do novo coronavírus, fez com que a capital baiana deixasse de arrecadar cerca de R$ 1,7 bilhão. Segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), cerca de 60 mil trabalhadores ficaram sem opção de trabalho, durante o período carnavalesco, o que causou um prejuízo de 90 milhões de rendimentos. A vendedora de rua Kátia Santos, que ficou desempregada durante o período, disse que a ausência dos festejos causou um desfalque no pagamento das suas despesas mensais. Assim como ela, milhares de trabalhadores se encontram na mesma situação. “Em 2019 e 2020 obtive um ganho de R$ 1.000 reais a mais no meu orçamento, para quem ganha um salário mínimo faz uma grande diferença”, afirmou Kátia. Ainda de acordo com a SEI, sem os eventos públicos e privados, realizados no período de verão, Salvador gerou uma queda na taxa de ocupação em hotéis de 18,2% e redução de 7 mil postos de trabalho, além da diminuição de 25% do conjunto de atividades características do turismo na cidade. Estimativa O prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM) acredita que o Carnaval da capital baiana, em 2022, possa ser realizado com o avanço da vacinação contra a covid-19 e a consequente imunizante da população. "Espero que em 2022 já tenhamos Carnaval, quando devemos estar livres do vírus", disse o gestor municipal, durante a assinatura da ordem de serviço para a requalificação da Rua Sabino Silva, no bairro da Barra, nesta sexta-feira (7).
- Salvador deixa de arrecadar R$ 1,7 bilhão com cancelamento do Carnaval em 2021
Foto: Fernando Vivas/GOVBA Cerca de 60 mil trabalhadores ficaram sem opção de trabalho durante o período de festejos A suspensão do Carnaval de Salvador de 2021, devido à pandemia do novo coronavírus, fez com que a capital baiana deixasse de arrecadar cerca de R$ 1,7 bilhão. Segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), cerca de 60 mil trabalhadores ficaram sem opção de trabalho, durante o período carnavalesco, o que causou um prejuízo de 90 milhões de rendimentos. A vendedora de rua Kátia Santos, que ficou desempregada durante o período, disse que a ausência dos festejos causou um desfalque no pagamento das suas despesas mensais. Assim como ela, milhares de trabalhadores se encontram na mesma situação. “Em 2019 e 2020 obtive um ganho de R$ 1.000 reais a mais no meu orçamento, para quem ganha um salário mínimo faz uma grande diferença”, afirmou Kátia. Ainda de acordo com a SEI, sem os eventos públicos e privados, realizados no período de verão, Salvador gerou uma queda na taxa de ocupação em hotéis de 18,2% e redução de 7 mil postos de trabalho, além da diminuição de 25% do conjunto de atividades características do turismo na cidade. Estimativa O prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM) acredita que o Carnaval da capital baiana, em 2022, possa ser realizado com o avanço da vacinação contra a covid-19 e a consequente imunizante da população. "Espero que em 2022 já tenhamos Carnaval, quando devemos estar livres do vírus", disse o gestor municipal, durante a assinatura da ordem de serviço para a requalificação da Rua Sabino Silva, no bairro da Barra, nesta sexta-feira (7).
- Volta às aulas em Salvador: Alunos e profissionais comentam sobre a retomada
Foto: Divulgação | Tânia Rêgo | Agência Brasil As aulas semipresenciais em Salvador de algumas redes de ensino estão retornando nesta segunda-feira (10). Algumas escolas como Colégio Integral e a faculdade Universidade Salvador (UNIFACS) já tiveram um fluxo de alunos nas instituições. Desde 2020, as aulas presenciais nas instituições de Salvador foram suspensas devido à pandemia do coronavírus. No entanto, o prefeito da capital baiana, Bruno Reis, decretou que os profissionais da educação fizessem a retomada das atividades. Existe um impasse entre o Executivo municipal e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB-BA) para o retorno das aulas. Nesta última quarta-feira (5), o prefeito recebeu a diretoria do sindicato para tentar entrar em acordo. "Além de imunizar toda a comunidade escolar, temos protocolos rigorosos em todas as nossas unidades e os números da pandemia estão estáveis. Se esses números voltaram a crescer, eu serei o primeiro a voltar atrás e fechar novamente. Mas precisamos dar esse passo, precisamos avançar", afirma o prefeito Bruno Reis. Em entrevista ao portal 071 News, a estudante de fisioterapia da UniFACS, Ana Clara Caldeira, relatou que o retorno das aulas em sua instituição estão tendo somente as aulas práticas presenciais e com o número reduzido de aluno para evitar aglomeração. "A faculdade está seguindo os protocolos, todo mundo de máscara, de jaleco dentro do laboratório de acordo com as regras de uso. Está sendo tranquilo, no ano passado também tivemos algumas aulas práticas. Mas é arriscado e nem todo mundo vai, tem uma lista para os alunos que se disponibilizam a ir", conta a estudante de fisioterapia. Por um outro lado os profissionais e estudantes que ainda não retornaram as aulas presenciais afirmam estar na expectativa da retomada. Como a assistente administrativo do Colégio Costa e Silva, Carolina Farias. "Querer voltar todos nós queremos. A escola já está preparada e adaptada para esse retorno. Mas existe sim um medo, todos os funcionários e professores apenas receberam a primeira dose da vacina, e como sabemos, para uma completa imunização, é necessária também a segunda dose", pontua Carolina.
- Volta às aulas em Salvador: Alunos e profissionais comentam sobre a retomada
Foto: Divulgação | Tânia Rêgo | Agência Brasil As aulas semipresenciais em Salvador de algumas redes de ensino estão retornando nesta segunda-feira (10). Algumas escolas como Colégio Integral e a faculdade Universidade Salvador (UNIFACS) já tiveram um fluxo de alunos nas instituições. Desde 2020, as aulas presenciais nas instituições de Salvador foram suspensas devido à pandemia do coronavírus. No entanto, o prefeito da capital baiana, Bruno Reis, decretou que os profissionais da educação fizessem a retomada das atividades. Existe um impasse entre o Executivo municipal e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB-BA) para o retorno das aulas. Nesta última quarta-feira (5), o prefeito recebeu a diretoria do sindicato para tentar entrar em acordo. "Além de imunizar toda a comunidade escolar, temos protocolos rigorosos em todas as nossas unidades e os números da pandemia estão estáveis. Se esses números voltaram a crescer, eu serei o primeiro a voltar atrás e fechar novamente. Mas precisamos dar esse passo, precisamos avançar", afirma o prefeito Bruno Reis. Em entrevista ao portal 071 News, a estudante de fisioterapia da UniFACS, Ana Clara Caldeira, relatou que o retorno das aulas em sua instituição estão tendo somente as aulas práticas presenciais e com o número reduzido de aluno para evitar aglomeração. "A faculdade está seguindo os protocolos, todo mundo de máscara, de jaleco dentro do laboratório de acordo com as regras de uso. Está sendo tranquilo, no ano passado também tivemos algumas aulas práticas. Mas é arriscado e nem todo mundo vai, tem uma lista para os alunos que se disponibilizam a ir", conta a estudante de fisioterapia. Por um outro lado os profissionais e estudantes que ainda não retornaram as aulas presenciais afirmam estar na expectativa da retomada. Como a assistente administrativo do Colégio Costa e Silva, Carolina Farias. "Querer voltar todos nós queremos. A escola já está preparada e adaptada para esse retorno. Mas existe sim um medo, todos os funcionários e professores apenas receberam a primeira dose da vacina, e como sabemos, para uma completa imunização, é necessária também a segunda dose", pontua Carolina.
- Aumento de passagem gera revolta dos passageiros
Foto: Reprodução O valor da tarifa passou de R$ 4,20 para R$ 4,40 O aumento da passagem do transporte público de Salvador realizado no mês de abril foi recebido com muitas reclamações pelos usuários do sistema. O valor da tarifa passou de R$ 4,20 para R$ 4,40. Essa mudança representa um percentual de reajuste de 4,76%. Em São Paulo, cidade mais populosa do país, o valor da passagem também é de R$ 4,40. No entanto, 4.385 ônibus circulam com ar condicionado na cidade paulista, enquanto na capital baiana apenas 230 coletivos contam este equipamento. Diferença essa notada por Letícia Santos que já trabalhou na capital paulista e mostrou seu descontentamento com o transporte público baiano. “Em São Paulo as frotas vinham com mais frequência e geralmente com ar condicionado. Aqui [em Salvador] além de demorar, os ônibus que chegam com ar condicionado parecem que não funcionam”, pontuou ela. Já a estudante Ângelo Rodrigues reflete sobre o aumento em tempos pandêmico. “Meu curso presencial está parcialmente parado, mas se as aulas voltassem esse aumento com certeza seria mais um problema para encarar. Em um momento onde tudo está mais caro, não gosto deste reajuste”. Frota De acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), atualmente a frota disponibilizada para população é de 83,19% (equivalente a 2745 ônibus). Mas que nos horários de pico as estações contam com 100% dos coletivos. No mês de março o Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou à Justiça a circulação de 100% da frota de ônibus em Salvador. Porém a Justiça ainda não decidiu sobre a ação. Perguntado sobre o aumento das passagens, o secretário de Mobilidade Urbana de Salvador, Fabrízzio Müller, disse que foi uma questão contratual. “Houve a revisão tarifária, questão contratual que ocorre a cada quatro anos. A renovação da frota com ar condicionado não constava no contrato, mas passou a constar a partir de 2019 através de um TAC (Termo de Ajuste de Conduta). E nesse mesmo TAC constava que deveríamos transportar em média 20,8 milhões pessoas por mês, o que não ocorreu em razão da pandemia.” Fabrízzio foi questionado ainda sobre os 20 novos ônibus com ar condicionado prometidos para 2020. "Houve uma frustração muito grande na receita das empresas de 50%, de 20,8 milhões pessoas por mês para 10,2 milhões pessoas por mês. Por isso que no ano passado não foi feita a aquisição e renovação de 250 ônibus [com ar condicionado] por conta dessa frustração na receita das empresas”, concluiu.
- Aumento de passagem gera revolta dos passageiros
Foto: Reprodução O valor da tarifa passou de R$ 4,20 para R$ 4,40 O aumento da passagem do transporte público de Salvador realizado no mês de abril foi recebido com muitas reclamações pelos usuários do sistema. O valor da tarifa passou de R$ 4,20 para R$ 4,40. Essa mudança representa um percentual de reajuste de 4,76%. Em São Paulo, cidade mais populosa do país, o valor da passagem também é de R$ 4,40. No entanto, 4.385 ônibus circulam com ar condicionado na cidade paulista, enquanto na capital baiana apenas 230 coletivos contam este equipamento. Diferença essa notada por Letícia Santos que já trabalhou na capital paulista e mostrou seu descontentamento com o transporte público baiano. “Em São Paulo as frotas vinham com mais frequência e geralmente com ar condicionado. Aqui [em Salvador] além de demorar, os ônibus que chegam com ar condicionado parecem que não funcionam”, pontuou ela. Já a estudante Ângelo Rodrigues reflete sobre o aumento em tempos pandêmico. “Meu curso presencial está parcialmente parado, mas se as aulas voltassem esse aumento com certeza seria mais um problema para encarar. Em um momento onde tudo está mais caro, não gosto deste reajuste”. Frota De acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), atualmente a frota disponibilizada para população é de 83,19% (equivalente a 2745 ônibus). Mas que nos horários de pico as estações contam com 100% dos coletivos. No mês de março o Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou à Justiça a circulação de 100% da frota de ônibus em Salvador. Porém a Justiça ainda não decidiu sobre a ação. Perguntado sobre o aumento das passagens, o secretário de Mobilidade Urbana de Salvador, Fabrízzio Müller, disse que foi uma questão contratual. “Houve a revisão tarifária, questão contratual que ocorre a cada quatro anos. A renovação da frota com ar condicionado não constava no contrato, mas passou a constar a partir de 2019 através de um TAC (Termo de Ajuste de Conduta). E nesse mesmo TAC constava que deveríamos transportar em média 20,8 milhões pessoas por mês, o que não ocorreu em razão da pandemia.” Fabrízzio foi questionado ainda sobre os 20 novos ônibus com ar condicionado prometidos para 2020. "Houve uma frustração muito grande na receita das empresas de 50%, de 20,8 milhões pessoas por mês para 10,2 milhões pessoas por mês. Por isso que no ano passado não foi feita a aquisição e renovação de 250 ônibus [com ar condicionado] por conta dessa frustração na receita das empresas”, concluiu.




