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Resultados de busca

2418 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Música e interatividade: Salvador ganha museu no Casarão de Azulejos Azuis

    O acervo musical vai do axé ao hip-hop, confira a nossa visita Imagens/Edição: Ronaldo Anunciação O museu Cidade da Música da Bahia foi inaugurado no dia 23 de setembro de 2021 em Salvador. Localizado no bairro do Comércio em um casarão histórico construído em 1851, o espaço divide paisagem com outros dois importantes pontos turísticos: o Elevador Lacerda e o Mercado Modelo. Criado com intuito de homenagear a história da música baiana e os movimentos culturais, o projeto teve início no mandato do então prefeito ACM Neto, sendo concluído na gestão atual. Os responsáveis pelo acervo musical são os curadores Gringo Cardia e Antônio Risério. Com quatro andares, cada trecho tem arte estampada nas cabines e as diversas histórias são contadas pelos próprios artistas e representantes culturais. Para quem gosta de cantar, você pode soltar a voz na "Karaokêteca" e receber a gravação por e-mail e os seus amigos ainda podem assistir e interagir da arquibancada. O carioca Eduardo Silva, 39, visitava pela primeira vez o novo cartão postal e ficou impressionado com toda estrutura. “Estou muito encantado com todo o cenário e com certeza é uma ótima opção para quem é fã da música baiana, assim como eu”, disse com os olhos marejados. O museu é completamente interativo e para navegar pelos conteúdos, basta estar com o celular em mãos e seguir as orientações na tela. O Museu Cidade da Música da Bahia está aberto para visitação mediante agendamento no site . O preço da entrada é R$ 20,00 (inteira). Idosos, estudantes e moradores de Salvador (apresentando comprovante de residência) pagam R$ 10,00 (meia). Para crianças até 6 anos a entrada é gratuita. O horário de funcionamento é de terça a domingo das 10h às 18h.

  • Infectologista reforça a importância da cobertura vacinal

    Drª. Áurea Paste, que também é coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar, do Hospital Aliança, traz recomendações importantes nesta entrevista Para a infectologista Áurea Paste, do Hospital Aliança, mesmo após a desobrigação para uso de máscaras na Bahia, ainda se deve priorizar o uso de equipamentos de proteção em ambientes fechados, como o transporte público, além dos locais onde ainda são obrigatórios, a exemplo dos hospitais. Ainda segundo a especialista, a prevenção e a vacinação é forma mais eficaz e segura de erradicação da circulação viral. “Infelizmente nesse momento a maioria das vacinas está em nível insatisfatório. A cobertura vacinal reduziu para a maioria das doenças que tem vacina: Tríplice viral (sarampo, da rubéola e da caxumba), Poliomielite, Tríplice Bacteriana, as vacinas pra meningite e BCG)", alertou. Embora haja oferta do imunizante nos postos, algumas pessoas não completaram o esquema vacinal. Vacinas podem proteger contra doenças graves e muitas vezes fatais. Áurea Paste afirma acreditar que a pandemia agravou e o outro ponto é a propagação de notícias falsas. Mesmo que a maioria da população baiana esteja sendo vacinada contra a Covid, manter o calendário vacinal atualizado é essencial para conter outras disseminações. De acordo com os dados DMA e da SUVISA, em 9/05/2022, na Bahia, já foram aplicadas cerca de 115.277,442 doses da vacina para COVID-19, mas infectologista faz um alerta. "As fake news tem dificultado na segurança dos pais levarem as crianças para se vacinar. Então, a minha recomendação é que os pais levem as crianças para vacinar, pois faz parte do calendário básico de proteção para o resto da vida. Deixem de lado as fake news e vamos vacinar as crianças, adolescentes, adultos e os idosos", acrescentou. Ouça as outras recomendações na entrevista completa no programa Papo Saúde , no nosso podcast.

  • Refugiadas ucranianas fazem show no Pelourinho

    Grupo vai tocar, cantar, recitar poesia e ler os Diários da Guerra Imagens: Divulgação (Artistas ucranianas) A Cantina da Lua recebe neste sábado (7), a partir das 18h, o “Show da Ucrânia”, que será realizado por artistas ucranianas, bielorrussas e brasileiros. O objetivo será divulgar a cultura ucraniana e arrecadar dinheiro para a compra de comida, medicamentos e roupas para crianças, pessoas idosas e com deficiência na cidade de Kharkiv, na Ucrânia. O show terá apresentações de Vladyslava Danyliuk, Maria Sorokina, Vítor de Salles, Olesia Matei, Anastasiia Syvash, Volha Franco e Paterson Franco. O grupo de artistas vai tocar e cantar músicas ucranianas e brasileiras, recitação de poesia e apresentação do projeto “Diários da Guerra”, que reúne relatos de ucranianos que vivenciam o conflito. A entrada para o show é gratuita e a contribuição poderá ser feita antes, através da plataforma Vakinha ou Pix: 2809840@vakinha.com.br , durante e/ou depois do show.

  • SENAI CIMATEC e Embrapa selam parceria técnico-científica para o agronegócio

    Acordo foi assinado em Brasília durante evento comemorativo de 49 anos da Embrapa Foto: Divulgação SENAI CIMATEC O SENAI CIMATEC firmou um acordo de cooperação com a Embrapa com o objetivo de desenvolver programas destinados ao aprofundamento do conhecimento técnico-científico no âmbito do agronegócio. As duas instituições vão operar, de forma conjunta, uma unidade mista destinada à pesquisa e ao desenvolvimento de projetos. O acordo foi assinado pelo presidente da Embrapa, Celso Moretti, e pelo Diretor de Tecnologia e Inovação do SENAI CIMATEC, Leone Andrade, na última quarta-feira (27), durante a solenidade em comemoração aos 49 anos da Embrapa, em Brasília. Para o Presidente da FIEB, Ricardo Alban, o acordo de cooperação vai promover o intercâmbio de conhecimento, com o objetivo de avançar em pesquisas de interesses comuns. “Nós vamos trabalhar de forma conjunta, unir os esforços das duas instituições para desenvolver projetos para o setor produtivo, que vão beneficiar todo o setor agro no Brasil”, reforça Ricardo Alban. De acordo com o presidente da Embrapa, Celso Moretti, o acordo de cooperação vai abrir frentes importantes para novos projetos e estudos envolvendo as equipes das duas instituições. "O foco serão novos projetos que deverão gerar resultados de aplicação direta pela indústria brasileira, em temas estratégicos como segurança alimentar, nutrição e saúde, biotecnologia avançada aplicada ao agronegócio, agricultura digital e de precisão, nanotecnologia, fibras e biomassas para uso industrial", complementou Celso Moretti.

  • Rui Costa anuncia decreto que libera uso de máscaras em ambiente fechado

    Governador da Bahia disse que a Flexibilização acontece devido à redução do número de casos ativos de covid-19 Vídeo: Reprodução / GOVBA Em agenda no município de Ibicuí, na manhã desta segunda-feira (11), o governador Rui Costa anunciou que será publicado no Diário Oficial do Estado, o decreto que desobriga a utilização de máscara em ambientes fechados. O uso ainda prevalece nas unidades de saúde do estado. O último decreto, publicado em 02 de abril, já havia tornado facultativo o uso da máscara em áreas abertas com ampla ventilação. As medidas estão amparadas pelas quedas nos números de casos de Covid-19 e nas taxas de ocupação dos leitos hospitalares destinados ao tratamento da doença, e declarou que "alcançamos menos de 100 pessoas em leitos de UTI e menos 1.000 casos ativos". Outros detalhes sobre a retirada da obrigatoriedade do uso da máscara serão publicados nesta terça-feira (12) no Diário Oficial do Estado.

  • Rapper em meio a pandemia: Emicidó fala sobre sua carreira musical

    Pandemia O mundo mudou com a chegada do vírus, diante de uma crise global, no meio de uma pandemia, a indústria da música que movimenta bilhões está na UTI. Artistas, trabalhadores e empresários da música estão se reinventando para não passar fome e continuar com suas carreiras. O rapper Emicidó, 23 anos nos contou como é ser músico em meio aos caos do coronavírus e os desafios enfrentados para superar essa fase. "A pandemia foi um choque para todos, saí da minha zona de conforto e busquei amadurecer e me reinventar dentro da minha especialidade como músico." Nascido na comunidade de Santa Cruz, em Salvador/BA, desde criança foi influenciado por rappers nacionais e internacionais, dentre eles Dexter, Facção Central, Racionais Mc's, Sabotage."Eu não decidi virar rapper, quando fui ver minha vida, eu já era. Vivi na pele meus amigos sofrendo preconceitos ou sendo assassinados, tudo isso me levou a escrever e a cantar, e colocar na música tudo que eu preciso desabafar." "Eu vivo o RAP, sei quanto é desgostoso a criminalidade, a desonestidade, o déficit na saúde, o rombo na alimentação, o ódio impregnado nas vielas contra as conjunturas sociais. Vi de perto pessoas passando dificuldades, transformando e ganhando espaço, sempre presenciei situações difíceis e tudo isso me influenciou bastante em ser realmente humano, que busca ajudar e amar tudo que eu faço e respeitar cada pessoa independente de quem ela é. " disse Emicidó. O artista não teve influência familiar, no entanto filho mais novo de três irmãos, sempre participaram dos eventos no bairro, liam juntos os livros e sabiam que a sua mudança de vida só poderia evoluir com o estudo. Atualmente, com o retorno dos shows e eventos, o rapper trabalha para si mesmo e tem o tempo que necessita para produzir, mas decidiu esperar o momento certo de voltar para área da música. "Ainda hoje, não voltei mais para a área da música. Estou focando em projetos que empreendi na pandemia e vou esperar mais um tempo para me estabilizar mentalmente para voltar a escrever, criar novos beats e críticas ou falar sobre a sensibilidade do momento atual. Digamos que ainda estou precisando de um tempo para encarar tudo novamente e estar no auge das hashtags e comentários (publicações)." disse Emicidó. O músico completa "Sou passageiro da minha história e em hipótese alguma aceito qualquer tipo de discriminação de raça, cor, gênero, deficiência física ou psicológica. Somos todos iguais, a cada passo da nossa luta pelos nossos direitos e só de pensar nisso, é uma vitória para o mundo." Foto: Reprodução

  • Escritora soteropolitana lança seu primeiro livro na pandemia

    Pandemia Em tempos de pandemia, nunca as tecnologias foram tão importantes. Do uso das redes sociais, passando pelos serviços de Streaming até os pedidos de alimentos pelos aplicativos, sabemos que as formas de consumo mudaram e tudo vem sendo criado para aproximar ainda mais as pessoas. A escritora Dymi Borges, acaba de lançar o seu primeiro livro "Minha Vida em Linhas" fruto de um sonho numa noite qualquer, que por ser repleto de detalhes e trazer um tema impactante, foi colocado como pauta para a criação desta obra. "Na realidade, eu iniciei minha carreira como escritora durante a pandemia. Eu já escrevia antes, mas nunca pensei em publicar um livro e nem acreditava que teria um dia capacidade para isso! Acredito que a pandemia me fez pensar mais, enxergar mais a mim mesma e aos outros e assim acabei me inspirando e escrevendo o meu primeiro livro." conta Dymi. Durante a fase mais difícil da vida da Influenciadora, com o internamento e falecimento de sua avó materna, Dymi Borges buscou nas páginas do seu livro uma forma de se reerguer e ser ouvida através da literatura, trazendo na protagonista um pouco de cada mulher que já conheceu em sua caminhada. "Quando eu era pequena, sofria muito bullying no colégio. Em casa, tinha avós debilitados e conflitos familiares constantes. Escrever sempre foi uma forma de me refugiar dos problemas e me transportar para realidade em que eu sentisse confortável." explica a escritora. Em seu livro a autora conta a história de Alice, uma jovem determinada, que passou por muitas situações complexas na vida. Entre a vida e a morte, Alice precisa fazer uma escolha que mudará o seu destino por completo. Um enredo de romance, focado na evolução da protagonista como pessoa, mostrando os altos e baixos da vida e trazendo temas que são tratados como tabus para a sociedade de maneira sutil. Foto: Reprodução

  • DJ Jones Storm conta como lida com sua atuação na pandemia

    Pandemia Com a quarentena, o DJ Jones Storm, teve que recorrer as lives para continuar a carreira. No seu instagram, @jonesstorm, durante a pandemia ele fez divulgação e participou de apresentações em festas online. Mas no início, as coisas não foram tão fáceis assim, conta ele. "No começo foi bem complicado. A vida das pessoas virou pelo avesso, eu assisti alguns amigos do setor de entretenimento passarem por dificuldades. Devido as medidas de saúde contra a covid-19 e o fechamento das casas de festas, outros Djs como eu, ficaram sem ter o seu sustento financeiro, sem levar alimento para casa, sem ter como pagar o aluguel e tiveram que retornar para casa dos pais." "Assim que começou a quarentena, cheguei a participar de diversos eventos virtuais, para divulgação do meu trabalho e me manter em circulação na mídia, com isso conseguir dar continuidade as minhas apresentações. Apesar de tudo, essas lives não foram remuneradas e com isso a minha renda diminuiu muito " informa Jones. Nascido em Salvador, com 25 anos, Jones também é jornalista e possui outras fontes de renda. Todavia, ele utilizava este dinheiro para investir na compra dos equipamentos para o seu trabalho e acabou perdendo essa ajuda. Com a reabertura das casas de shows, Jones explica como está sendo essa nova fase tocando presencialmente. "Essa nova fase está sendo maravilhosa, não é como antes, é diferente, mas os eventos estão chegando aos poucos. Os empresários tiveram vários prejuízos com suas casas de shows fechadas, portanto, muitas das vezes temos que aceitar os eventos com um preço abaixo do que já tínhamos estabelecido, para manter nosso nome circulando. Para garantir esse cachê, que no meu caso é usado para manutenção e investimento na minha própria carreira. Eu sigo na esperança de que dias melhores virão." afirma o DJ. Foto: Reprodução

  • O sambista Walmir Lima se reinventa na pandemia

    Pandemia A carreira musical do cantor independente e compositor Walmir Lima, um dos sambistas mais conceituados da Bahia, não se distancia de outras histórias já conhecidas. Natural de Salvador (BA), o artista ficou impedido de fazer shows presenciais durante a pandemia, assim como outros músicos, Walmir teve que se adaptar à nova realidade e se reinventar artisticamente. O cantor participou de lives para o projeto " É Samba da Bahia, homenagem para a geração de sambistas baianos nas décadas de 60 e 70. A iniciativa faz parte Programa Aldir Blanc Bahia, via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, do Governo Federal. Walmir neste ano, completou 90 anos de idade, conservando muita energia e amor pelo samba, comemorou seu aniversário na Casa Preta, em 18 de junho, com a participação do Grupo Botequim, apadrinhado pelo artista. Foi um momento para novos aprendizados "Em plena pandemia Alcione gravou minha composição com Edil Pacheco "Santo Amaro É Uma Flor" que se tornou um sucesso do seu novo álbum "Tijolo por Tijolo", e isso me deixou feliz demais. Se antes eu fazia shows presenciais, aprendi a fazer lives, e através do projeto É Samba da Bahia, participei de algumas e não fiquei parado. O mais importante foi que eu me reinventei!" afirma o sambista. O retorno Com as apresentações paralisadas desde de março de 2020, por causa da pandemia, o sambista voltou a realizar shows presencialmente na última sexta-feira, 3 de dezembro, na Praça Pedro Archanjo, no Pelourinho. A programação contou com a participação do Grupo Sangue Brasileiro e Gal do Beco no sábado, 4/12, e foi totalmente gratuita. Foto: Luís Alberto

  • Prefeitura começa a pagar 16ª parcela do ‘Salvador Por Todos”

    Serão contemplados mais de quatro mil trabalhadores informais da capital baiana, afetados pela pandemia Foto: Natan Santana A prefeitura de Salvador anunciou que a 16ª parcela do programa 'Salvador Por Todos', começa a ser paga a partir de quarta-feira (28). O benefício concede R$270, para trabalhadores informais com 42 anos ou menos, afetados pela pandemia. O saque pode ser feito nas agências bancárias da Caixa Econômica Federal ou em casas lotéricas. A distribuição contempla 4.278 cidadãos previamente cadastradas, entre ambulantes, barraqueiros, donos de quiosques, baianas de acarajé, feirantes, baleiros, guardadores de carro, recicladores, mototaxistas, taxistas e motoristas de aplicativo acima de 60 anos e pessoas em situação de rua. "Nesta parcela, foi realizada uma revisão no número de contemplados, uma vez que os maiores de 42 anos já estão vacinados com pelo menos uma dose, e, por isso já estão retomando suas atividades, com todas as precauções necessárias”, pontuou o secretário da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), Kiki Bispo. O auxílio financeiro do 'Salvador Por Todos' foi criado em março de 2020 com o objetivo de ampliar a renda de trabalhadores informais cadastrados em órgãos municipais, e que ficaram impossibilitados de trabalhar devido ao isolamento social.

  • Prefeitura começa a pagar 16ª parcela do ‘Salvador Por Todos”

    Serão contemplados mais de quatro mil trabalhadores informais da capital baiana, afetados pela pandemia Foto: Natan Santana A prefeitura de Salvador anunciou que a 16ª parcela do programa 'Salvador Por Todos', começa a ser paga a partir de quarta-feira (28). O benefício concede R$270, para trabalhadores informais com 42 anos ou menos, afetados pela pandemia. O saque pode ser feito nas agências bancárias da Caixa Econômica Federal ou em casas lotéricas. A distribuição contempla 4.278 cidadãos previamente cadastradas, entre ambulantes, barraqueiros, donos de quiosques, baianas de acarajé, feirantes, baleiros, guardadores de carro, recicladores, mototaxistas, taxistas e motoristas de aplicativo acima de 60 anos e pessoas em situação de rua. "Nesta parcela, foi realizada uma revisão no número de contemplados, uma vez que os maiores de 42 anos já estão vacinados com pelo menos uma dose, e, por isso já estão retomando suas atividades, com todas as precauções necessárias”, pontuou o secretário da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), Kiki Bispo. O auxílio financeiro do 'Salvador Por Todos' foi criado em março de 2020 com o objetivo de ampliar a renda de trabalhadores informais cadastrados em órgãos municipais, e que ficaram impossibilitados de trabalhar devido ao isolamento social.

  • Três livros que podem ser utilizados no ensino de crianças e adolescentes

    Imagem: Estante Virtual Blog Integrar educação e literatura é um caminho de suma importância para o crescimento e aprendizado dos jovens que se encontram cada vez mais distantes dos meios literários no Brasil. A falta do contato com a literatura tem deixado nossos jovens cada vez mais distantes de um aprendizado diferenciado, voltado ao conhecimento de algo importante ao crescimento e desenvolvimento psíquico que são os livros. Essa falta levou a uma possibilidade de taxação no ramo literário, trazendo o que pode trazer o fim do acesso aos livros para a população de baixa renda. Como nada está perdido e tudo pode ser mudado, segue abaixo três dicas de livros que podem ser usados no aprendizado infantil e adolescente. Extraordinário é um livro do autor R. J. Paládio, que ensina aos jovens sobre aceitação da imagem mas, principalmente, sobre empatia, solidariedade e diversidade. Feitos de Sol , livro do autor nacional Vinícius Grossos, fala sobre a importância de se aceitar e de aceitar os outros como eles são, mostra a dificuldade de adolescentes e suas famílias ao lidarem com questões de gênero e do preconceito em ter um filho lgbtqia+ Depois do azul , livro da autora Élaine Tugeon, trás suicídio e depressão entre adolescentes como tema e fala sobre a dificuldade em lidar com esses assuntos quando nos afetam por vitimarem pessoas que amamos e sobre como sobreviver ao luto depois de perder alguém. Essas indicações partiram da professora de ensino médio, da rede pública de ensino, Adriana Medeiros (46), que lida constantemente com crianças e adolescentes carentes e traz no seu ensino o Clube do Livro no Edson, uma forma de levar para a escola um contato maior com a literatura.

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