Resultados de busca
2418 resultados encontrados com uma busca vazia
- Entre Freddy e Ghostface: Leonardo Campos analisa o Cinema de Wes Craven em entrevista
Com a palavra, o crítico Leonardo Campos e o cinema de Wes Craven Em um bate-papo com o editor Ronaldo Anunciação, o professor e crítico de cinema Leonardo Campos conversou sobre o legado e o impacto cultural do cinema de Wes Craven, um gestor dos medos para as plateias, criador de ícones da cultura pop: Freddy Krueger e Ghostface. Professor Leonardo, este é o quarto livro da coleção Palavra de Crítico . O que faz de Wes Craven um cineasta tão especial para a jornada? Apesar de ser mais conhecido por suas jornadas de terror, Wes Craven não merece apenas a alcunha de mestre deste segmento. Ele era um cineasta importante, cuidadoso no esmero estético e no desenvolvimento dramático de suas narrativas. Pânico e A Hora do Pesadelo são duas franquias que demarcaram o preâmbulo de minha cinefilia, marcada por momentos diletantes com jornadas cinematográficas de terror e depois ampliada para outros tipos de histórias. Por ser um dos maiores representantes de um gênero considerado menor para muitos equivocados, decidi incluir uma introdução ao Cinema de Wes Craven nesta série que ainda pretende dar destaque aos trabalhos de John Carpenter e Brian De Palma, outros grandes diretores em meu ponto de vista enquanto professor e crítico de cinema. O subtítulo reforça que o livro é uma leitura introdutória ao universo cinematográfico de Wes Craven, mas pela observação do material, o grande foco está nas franquias A Hora do Pesadelo e Pânico . Exatamente. O livro contempla todo o cinema de Wes Craven, mas delineia o legado e o impacto cultural das franquias de Freddy Krueger e Ghostface, produções que podem ser consideradas marcos substanciais da história do cinema. Wes dirigiu apenas o primeiro e o sétimo filme de A Hora do Pesadelo, tendo assumido os quatro primeiros da franquia Pânico. Nestas produções ele propõe doses generosas de adrenalina por meio do entretenimento, mas também levanta discussões interessantes sobre violência, impactos do cinema na vida real e a metalinguagem como elemento de retroalimentação da linguagem cinematográfica. E o melhor Pânico é... Todos os filmes são incríveis do ponto de vista do entretenimento. Há um consenso em relação ao terceiro ser o elo mais frágil, haja vista os seus problemas de bastidores. De todos, o que mais me envolve é Pânico 2, por seu final apoteótico num palco de teatro e por discutir de maneira assertiva a questão do impacto da violência do cinema fora das telas, nas ações e situações de nossa vida cotidiana. Quando lia revistas de cinema antigamente, percebia alguns rankings que colocavam Freddy Krueger na lista dos melhores vilões, mas o mascarado Jason, de Sexta-Feira 13 , nunca estava. Por que acha que um é, talvez, mais sofisticado que o outro? Quando Freddy Krueger surgiu, o subgênero slasher já estava adentrando numa fase de desgaste. Era 1984 e a franquia Sexta-Feira 13 já se aproximava do quinto filme. Há também maior complexidade na história do assassino de suéter listrado e garras afiadas, conhecido por atacar os jovens incautos durante os pesadelos e tentar de alguma maneira se estabelecer em nosso mundo. Jason é um ícone, mas não fala, basicamente mata os personagens estereotipados até o embate final com a protagonista, numa saga de matança mais frágil, sem os diálogos e sagacidade de Freddy Krueger. Voltando no tempo: quando começou a sua relação com o cinema de Wes Craven? Consciente foi apenas em 1996, com Pânico. Antes, conhecia A Hora do Pesadelo pelo álbum de figurinhas lançada em 1992, material que chamado Terror em Dose Dupla e trazia imagens dos filmes e brindes sobre Freddy e Jason. Naquela época, já sabia que existia interesse dos estúdios em colocar os dois antagonistas numa só narrativa, o duelo tão esperado até 2003, além de conhecer em detalhes a biografia de Krueger, mas não sabia que era uma criação de Wes Craven, etc. Foi com Pânico, a era de Ouro de revista SET e as leituras constantes sobre cinema que comecei a reconhecer o diretor e investir na compreensão histórica de sua contribuição para o cinema. Mas Wes Craven não produziu apenas terror. Tem aquele filme com a Meryl Streep, o drama escolar... Sim, Música do Coração, drama com Meryl Streep, um filme de drama acima da média, interessante em sua concepção e uma demonstração da versatilidade de Wes Craven, apesar de não ser um grande momento de sua carreira. É apenas um bom filme. Quais os momentos não graciosos da jornada deste diretor que te encanta? Vários. Confesso não achar interessante a adaptação de O Monstro do Pântano, tampouco Shocker – 100 Mil Volts de Horror e Quadrilha de Sádicos 2. São filmes equivocados, morosos, aparentemente realizados com muitos problemas de bastidores e mão pesada dos seus respectivos produtores. Também não considero A Maldição de Samantha e A Maldição dos Mortos-Vivos como obras-primas, mas possuem presença cativa em minha memória afetiva, filmes que sempre via e me deixavam curioso nas videolocadoras. Pânico ou A Hora do Pesadelo ? Existe um favorito? Suas perguntas são sempre assim difíceis de esquivar (risos)? Confesso que prefiro Pânico e sua perspectiva mais realista. O elenco, o desenvolvimento dramático, as questões estéticas e a atmosfera da franquia de Ghostface dialogam mais com o que admiro enquanto entretenimento, além de suas discussões sobre metalinguagem, algo que considero fascinante . A metalinguagem é uma constante. No sétimo episódio de Freddy Krueger, retorno de Wes Craven para a franquia, o diretor trabalhou bem a questão. Um ensaio para Pânico ? Você deve ter acompanhado isso na fala da palestra sobre Pânico, não foi? Termino destacando este ponto. No primeiro filme de Ghostface, Wes assumiu o roteiro de Kevin Williamson e imprimiu o seu estilo de narrar, mas já havia desenvolvido um exercício metalinguístico primoroso em O Novo Pesadelo – O Retorno de Freddy Krueger, sua volta ao universo do antagonista onírico, numa perspectiva do filme dentro do filme que é fantástica, inédita, muito criativa e envolvente. Considero este sétimo exemplar da franquia de Krueger o melhor de todos, apesar da importância do ponto de partida de 1984. Agora vamos falar de legado. O novo Pânico conseguiu honrar a atmosfera dos quatro bons filmes anteriores? Muito. Era uma das minhas preocupações, mas quando vi que as atrizes Neve Campbell e Courteney Cox tinham aceitado a empreitada de retorno, fiquei mais tranquilo e tive esperanças de que iriam honrar a trajetória de Wes. É uma narrativa eficiente, assertiva em suas escolhas para o desfecho e inteligente ao unificar os personagens-legado de 1996 com as novas figuras ficcionais deste universo metalinguístico formidável. Wes Craven também era um cineasta de releituras. Aniversário Macabro é uma retomada subversiva de um tema realizado por Bergman. Sim, Craven e sua equipe emulam A Fonte da Donzela, de Bergman, tendo em vista construir algo totalmente novo, mais impactante, visceral, visualmente desconfortável e muito violento. É uma história de vingança que delineia o estilo de se fazer terror nos anos 1970, época de clássicos, tais como Quadrilha de Sádicos e O Massacre da Serra Elétrica. Sobre refilmagens: qual a melhor releitura de um filme de Wes Craven? São poucas, então destaco o novo Pânico, pois apesar de curtir um pouco a refilmagem de A Hora do Pesadelo, não acho que o retorno de Freddy Krueger conseguiu resgatar a atmosfera de seu “original” como os realizadores da volta de Ghostface conseguiram com o mais recente massacre em Woodsboro. Para finalizar, aos leitores: quais são os caminhos para uma viagem com passaporte de diversão e reflexão garantidas aos interessados no cinema de Wes Craven? Acredito que seja a passagem por seus filmes traçando conexões. Ver como esfacelamento da família está em Aniversário Macabro, Pânico, As Criaturas Atrás das Paredes, Benção Mortal, Verão do Medo, Amaldiçoados, A Sétima Alma, Quadrilha de Sádicos, dentre outros. Observar como Craven narrava sobre os nossos medos, situações inesperadas que acometem pessoas comuns, como ocorre no ótimo Voo Noturno. Com exceção dos equívocos que também tinha alguns bons momentos, o cineasta criou um universo de personagens e narrativas que iam do realismo ao sobrenatural, tendo passado por uma linha tênue entre o horror e o humor, numa experiência que contemplou vampiros (Um Vampiro no Brooklyn), zumbis (A Maldição dos Mortos-Vivos), antagonistas mascarados (Pânico), lobisomens (Amaldiçoados), além de conseguir sustentar tranquilamente um estilo menos comum no drama Música do Coração, jornada lacrimejante com Meryl Streep interpretando o arquétipo da branca salvadora de crianças negras e pobres estadunidenses. Siga o escritor em seu perfil @leodeletrasecinema
- Entre Freddy e Ghostface: Leonardo Campos analisa o Cinema de Wes Craven em entrevista
Com a palavra, o crítico Leonardo Campos e o cinema de Wes Craven Em um bate-papo com o editor Ronaldo Anunciação, o professor e crítico de cinema Leonardo Campos conversou sobre o legado e o impacto cultural do cinema de Wes Craven, um gestor dos medos para as plateias, criador de ícones da cultura pop: Freddy Krueger e Ghostface. Professor Leonardo, este é o quarto livro da coleção Palavra de Crítico . O que faz de Wes Craven um cineasta tão especial para a jornada? Apesar de ser mais conhecido por suas jornadas de terror, Wes Craven não merece apenas a alcunha de mestre deste segmento. Ele era um cineasta importante, cuidadoso no esmero estético e no desenvolvimento dramático de suas narrativas. Pânico e A Hora do Pesadelo são duas franquias que demarcaram o preâmbulo de minha cinefilia, marcada por momentos diletantes com jornadas cinematográficas de terror e depois ampliada para outros tipos de histórias. Por ser um dos maiores representantes de um gênero considerado menor para muitos equivocados, decidi incluir uma introdução ao Cinema de Wes Craven nesta série que ainda pretende dar destaque aos trabalhos de John Carpenter e Brian De Palma, outros grandes diretores em meu ponto de vista enquanto professor e crítico de cinema. O subtítulo reforça que o livro é uma leitura introdutória ao universo cinematográfico de Wes Craven, mas pela observação do material, o grande foco está nas franquias A Hora do Pesadelo e Pânico . Exatamente. O livro contempla todo o cinema de Wes Craven, mas delineia o legado e o impacto cultural das franquias de Freddy Krueger e Ghostface, produções que podem ser consideradas marcos substanciais da história do cinema. Wes dirigiu apenas o primeiro e o sétimo filme de A Hora do Pesadelo, tendo assumido os quatro primeiros da franquia Pânico. Nestas produções ele propõe doses generosas de adrenalina por meio do entretenimento, mas também levanta discussões interessantes sobre violência, impactos do cinema na vida real e a metalinguagem como elemento de retroalimentação da linguagem cinematográfica. E o melhor Pânico é... Todos os filmes são incríveis do ponto de vista do entretenimento. Há um consenso em relação ao terceiro ser o elo mais frágil, haja vista os seus problemas de bastidores. De todos, o que mais me envolve é Pânico 2, por seu final apoteótico num palco de teatro e por discutir de maneira assertiva a questão do impacto da violência do cinema fora das telas, nas ações e situações de nossa vida cotidiana. Quando lia revistas de cinema antigamente, percebia alguns rankings que colocavam Freddy Krueger na lista dos melhores vilões, mas o mascarado Jason, de Sexta-Feira 13 , nunca estava. Por que acha que um é, talvez, mais sofisticado que o outro? Quando Freddy Krueger surgiu, o subgênero slasher já estava adentrando numa fase de desgaste. Era 1984 e a franquia Sexta-Feira 13 já se aproximava do quinto filme. Há também maior complexidade na história do assassino de suéter listrado e garras afiadas, conhecido por atacar os jovens incautos durante os pesadelos e tentar de alguma maneira se estabelecer em nosso mundo. Jason é um ícone, mas não fala, basicamente mata os personagens estereotipados até o embate final com a protagonista, numa saga de matança mais frágil, sem os diálogos e sagacidade de Freddy Krueger. Voltando no tempo: quando começou a sua relação com o cinema de Wes Craven? Consciente foi apenas em 1996, com Pânico. Antes, conhecia A Hora do Pesadelo pelo álbum de figurinhas lançada em 1992, material que chamado Terror em Dose Dupla e trazia imagens dos filmes e brindes sobre Freddy e Jason. Naquela época, já sabia que existia interesse dos estúdios em colocar os dois antagonistas numa só narrativa, o duelo tão esperado até 2003, além de conhecer em detalhes a biografia de Krueger, mas não sabia que era uma criação de Wes Craven, etc. Foi com Pânico, a era de Ouro de revista SET e as leituras constantes sobre cinema que comecei a reconhecer o diretor e investir na compreensão histórica de sua contribuição para o cinema. Mas Wes Craven não produziu apenas terror. Tem aquele filme com a Meryl Streep, o drama escolar... Sim, Música do Coração, drama com Meryl Streep, um filme de drama acima da média, interessante em sua concepção e uma demonstração da versatilidade de Wes Craven, apesar de não ser um grande momento de sua carreira. É apenas um bom filme. Quais os momentos não graciosos da jornada deste diretor que te encanta? Vários. Confesso não achar interessante a adaptação de O Monstro do Pântano, tampouco Shocker – 100 Mil Volts de Horror e Quadrilha de Sádicos 2. São filmes equivocados, morosos, aparentemente realizados com muitos problemas de bastidores e mão pesada dos seus respectivos produtores. Também não considero A Maldição de Samantha e A Maldição dos Mortos-Vivos como obras-primas, mas possuem presença cativa em minha memória afetiva, filmes que sempre via e me deixavam curioso nas videolocadoras. Pânico ou A Hora do Pesadelo ? Existe um favorito? Suas perguntas são sempre assim difíceis de esquivar (risos)? Confesso que prefiro Pânico e sua perspectiva mais realista. O elenco, o desenvolvimento dramático, as questões estéticas e a atmosfera da franquia de Ghostface dialogam mais com o que admiro enquanto entretenimento, além de suas discussões sobre metalinguagem, algo que considero fascinante . A metalinguagem é uma constante. No sétimo episódio de Freddy Krueger, retorno de Wes Craven para a franquia, o diretor trabalhou bem a questão. Um ensaio para Pânico ? Você deve ter acompanhado isso na fala da palestra sobre Pânico, não foi? Termino destacando este ponto. No primeiro filme de Ghostface, Wes assumiu o roteiro de Kevin Williamson e imprimiu o seu estilo de narrar, mas já havia desenvolvido um exercício metalinguístico primoroso em O Novo Pesadelo – O Retorno de Freddy Krueger, sua volta ao universo do antagonista onírico, numa perspectiva do filme dentro do filme que é fantástica, inédita, muito criativa e envolvente. Considero este sétimo exemplar da franquia de Krueger o melhor de todos, apesar da importância do ponto de partida de 1984. Agora vamos falar de legado. O novo Pânico conseguiu honrar a atmosfera dos quatro bons filmes anteriores? Muito. Era uma das minhas preocupações, mas quando vi que as atrizes Neve Campbell e Courteney Cox tinham aceitado a empreitada de retorno, fiquei mais tranquilo e tive esperanças de que iriam honrar a trajetória de Wes. É uma narrativa eficiente, assertiva em suas escolhas para o desfecho e inteligente ao unificar os personagens-legado de 1996 com as novas figuras ficcionais deste universo metalinguístico formidável. Wes Craven também era um cineasta de releituras. Aniversário Macabro é uma retomada subversiva de um tema realizado por Bergman. Sim, Craven e sua equipe emulam A Fonte da Donzela, de Bergman, tendo em vista construir algo totalmente novo, mais impactante, visceral, visualmente desconfortável e muito violento. É uma história de vingança que delineia o estilo de se fazer terror nos anos 1970, época de clássicos, tais como Quadrilha de Sádicos e O Massacre da Serra Elétrica. Sobre refilmagens: qual a melhor releitura de um filme de Wes Craven? São poucas, então destaco o novo Pânico, pois apesar de curtir um pouco a refilmagem de A Hora do Pesadelo, não acho que o retorno de Freddy Krueger conseguiu resgatar a atmosfera de seu “original” como os realizadores da volta de Ghostface conseguiram com o mais recente massacre em Woodsboro. Para finalizar, aos leitores: quais são os caminhos para uma viagem com passaporte de diversão e reflexão garantidas aos interessados no cinema de Wes Craven? Acredito que seja a passagem por seus filmes traçando conexões. Ver como esfacelamento da família está em Aniversário Macabro, Pânico, As Criaturas Atrás das Paredes, Benção Mortal, Verão do Medo, Amaldiçoados, A Sétima Alma, Quadrilha de Sádicos, dentre outros. Observar como Craven narrava sobre os nossos medos, situações inesperadas que acometem pessoas comuns, como ocorre no ótimo Voo Noturno. Com exceção dos equívocos que também tinha alguns bons momentos, o cineasta criou um universo de personagens e narrativas que iam do realismo ao sobrenatural, tendo passado por uma linha tênue entre o horror e o humor, numa experiência que contemplou vampiros (Um Vampiro no Brooklyn), zumbis (A Maldição dos Mortos-Vivos), antagonistas mascarados (Pânico), lobisomens (Amaldiçoados), além de conseguir sustentar tranquilamente um estilo menos comum no drama Música do Coração, jornada lacrimejante com Meryl Streep interpretando o arquétipo da branca salvadora de crianças negras e pobres estadunidenses. Siga o escritor em seu perfil @leodeletrasecinema
- De atendente virtual a compras online: shopping da capital se reinventa durante a pandemia
(Imagem: Reprodução/ Site Salvador Norte Shopping) Em março de 2020, a pandemia da Covid-19 alterou a rotina das pessoas em todo o mundo. No Brasil, as medidas restritivas fizeram com que serviços não essenciais suspendessem as suas atividades, tais como shoppings, comércio de rua, cinemas etc. Para manter os empregos e principalmente o capital de giro, os principais shoppings da capital baiana se reinventaram para a nova realidade. Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), o setor teve queda de 33% em seu faturamento durante o ano de 2020. Para se readaptar e manter sua conexão com os clientes, diversos shoppings investiram em plataformas de marketplace e atendimento via chatbots. O Salvador Norte Shopping, localizado no bairro de São Cristóvão, foi um dos empreendimentos da capital baiana que se adequou a nova realidade. Antes da pandemia, o atendimento virtual era limitado apenas ao site e WhatsApp. Em 2020, com o advento da pandemia e das restrições sanitárias, o serviço de atendimento online foi ampliado, atingindo os chats das principais redes sociais, como WhatsApp, Facebook Messenger e Google Messenger. Malu, a atendente virtual do Salvador Norte Shopping (Imagem: Divulgação/Salvador Norte Shopping) Para interagir com os clientes, Malu está sempre pronta para tirar todas as dúvidas. A atendente virtual traz consigo características da mulher moderna. Empoderada, batalhadora, independente, bem-humorada, sonhadora, antenada com as novidades, comunicativa e amorosa. Com ela, os clientes podem obter todas as informações necessárias sobre o shopping e caso a haja algo que seja específico, ela direciona o atendimento para o chat em tempo real, com funcionários sempre à disposição durante o funcionamento do centro comercial. Salvador Norte Online Além do chatbot, outro projeto desenvolvido pelo Grupo JCPM (responsável pelo Salvador Shopping, Salvador Norte Shopping e outros 5 empreendimentos comerciais no Nordeste) precisou ser antecipado por conta da Covid-19. Em julho de 2020, o Salvador Norte Shopping foi um dos pioneiros na criação de um próprio marketplace. Atualmente, mais de 60 lojas que funcionavam apenas de forma física passaram a atender também no ambiente virtual do Salvador Norte Online. Em setembro de 2020, a plataforma digital contava com uma base de 7,5 mil clientes cadastrados. Uma das vantagens oferecidas no ambiente de compras virtual é a possibilidade de adquirir produtos de diversas lojas e receber em um único pedido. O cliente ainda pode escolher a melhor modalidade de recebimento: delivery, drive thru, locker (o cliente retira seus pedidos em um armário inteligente com o auxílio de um código gerado ao finalizar a compra) ou retirada expressa, onde o pedido é entregue pessoalmente dentro do shopping por um dos atendentes no Espaço Cliente. Para adquirir os produtos, basta acessar o site Salvador Norte Online ( http://salvadornorteonline.com.br ) e realizar um cadastro. O frete é gratuito na primeira compra ou nas compras acima de R$ 100. Mais informações podem ser obtidas com o Centro de Atendimento ao Cliente do Salvador Norte Shopping pelo telefone ou WhatsApp (71) 3417-6504 ou cac@salvadornorteshopping.com.br
- Cantor Silvanno Salles abre boteco em Salvador
Mesmo longe da rotina de shows, o cantor apaixonado não fica parado Foto: Divulgação Em entrevista ao Portal 071 News para o podcast, na manhã deste sábado (22), o cantor Silvanno Salles contou um pouco sobre os seus novos projetos e o que tem feito na pandemia. Mesmo com carreira já consolidada, Silvanno Salles decidiu se reinventar durante a pandemia de Covid-19. Devido à crise causada pelo novo coronavírus, encontrou uma forma de poder ajudar a sua família. O cantor empreendeu e abriu um boteco em Salvador e, consequente, criou um local para encontrar com os amigos e admiradores da sua música. “Minha distração durante esse 1 ano e pouco, é aos finais de semana, ir para uma roça que tenho em Mata de São João. Na semana passada nós inauguramos em Salvador, o Boteco Prime. Foi algo que montei para o meu irmão administrar”, disse com orgulho. Foto: Reprodução| Silvanno ao lado do irmão caçula, Adelvandro dos Santos Reis (Vandinho) Trajetória Silvanno Salles é um homem que tem várias facetas. Popularmente conhecido como "O Cantor Apaixonado", o artista natural de Simões Filho, iniciou a carreira musical no grupo Estilos Modernos, passando depois para a banda Brisa da Noite. Em 2001, iniciou sua carreira solo cantando o estilo conhecido popularmente como arrocha. Foto: Arquivo pessoal ( Faustão / Carnaval com Claudia Leitte / Programa Raul Gil) Considerado um dos precursores do arrocha no Brasil, o artista já se apresentou em programas importantes na tv e dividiu palco com grandes nomes da música. Sua discografia soma mais de 26 álbuns gravados. Silvanno conta com exclusividade que está preparando novo CD para o segundo semestre de 2021. “Tem novidade, sim! Já estou me movimentando pra criar um novo reportório, pra gravar o CD volume 27. Um CD com músicas inéditas e regravações, que não pode faltar. Acredito que daqui pra São João eu já tenha gravado esse CD”, revelou. No final da entrevista, Silvanno Salles convidou os leitores do portal para conhecer o seu novo empreendimento e cantou um trecho da canção “Eu Tô Carente”, um dos seus maiores sucessos. Boteco Prime O recanto chamado Boteco Prime funciona todos os dias e aos fins de semana com música ao vivo. Está localizado na Avenida Edgar Santos, nº 132, no bairro do Cabula VI em Salvador. Confira a entrevista na íntegra em nosso Podcast:
- Jean Shimit ressignifica sua carreira durante a pandemia
Pandemia Sabemos que o setor de eventos foi um dos mais prejudicados pela pandemia do coronavírus. De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Eventos (ABRAPE) 97% do setor foi paralisado, com 450 mil empregos perdidos entre diretos e indiretos. Jean Shimit, produtor de eventos e dj, nascido em Salvador/BA, atualmente com 26 anos, nos conta como foi passar por essa situação atípica em sua carreira e como conseguiu superar esse momento de crise. "Foi um momento tenso, no qual eu sobrevivo de produção de eventos e como Dj, acabei por enfrentar situações de muitos apertos e dívidas. Chegamos a fazer algumas lives, mas o que me salvou por um tempo foi a pizzaria." Shimit já fazia eventos e encontros do seguimento de pagode quando muito novo, aos 13 anos foi para o seu primeiro evento com um amigo, e desde então o gosto pela música eletrônica foi crescendo. Fundou a festa Insanno em 2015, tendo como sócio Lucas Noleto, que foi sua maior influência até hoje. Com a reabertura das casas de shows e eventos voltando a acontecer, o produtor tem expectativas que as coisas melhorem. "Com eventos para tocar todos finais de semana, tem dado um up melhor e estamos conseguindo produzir mais, a esperança é que todo o setor de eventos consiga dar a volta por cima!" Foto: Reprodução Instagram
- ‘Não fique em casa esperando que o vírus reaja no seu organismo’, aconselha infectologista
Antônio Bandeira recomenda que pacientes com sintomas procurem o médico o quanto antes Foto: Divulgação Há mais de um ano que a Covid-19 vem sendo uma das grandes causadoras de mortes em todo o mundo – o vírus foi descoberto em 31 de dezembro de 2019, após casos registrados na China. Mesmo após diversas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de diversos órgãos sanitários é grande ainda a dúvida da população quanto aos sintomas e quando procurar um especialista. A respeito disso, o infectologista Dr. Antônio Bandeira trouxe algumas recomendações sobre como a população deve agir em meio a essa crise sanitária. “A gente se protege e protege as pessoas quando usamos máscaras, lavamos as mãos com frequência e quando praticamos o distanciamento”, aconselhou. Ainda conforme Bandeira, só nós somos capazes de alterar o futuro. “Vamos usar máscara, evitando aglomerações para que possamos derrubar esse vírus”, pediu. Sobre a nova variante, a P1, que foi descoberta em dezembro passado na cidade de Manaus, capital do Amazonas, mas só foi identificada como variante em janeiro no Japão, em viajantes que voltaram da região amazônica, o infectologista argumentou que ela é mais fácil de ser transmitida. “A nova variante é mais preocupante porque ela se transmite com mais velocidade. A gente não sabe ainda se ela gera doenças mais graves, mas sabemos que ela se transmite mais”, pontuou. Volta às aulas Sobre a volta às aulas, que aconteceu no modelo híbrido em Salvador na segunda-feira (3/5), o infectologista afirmou que não ver problema. “A escola é como qualquer outro lugar. Qualquer instituição, seja escola, shopping ou hospital, que mantenha o uso de máscara o tempo todo, você garante que não haverá transmissão naquela instituição. Então as escolas podem funcionar sim com protocolos que não vão contaminar nenhuma criança, professor ou funcionário”, concluiu.
- A influência das mídias sociais na educação dos jovens
Foto: Reprodução Wix Estudos apontam que as mídias sociais são as grandes responsáveis pela falta de atenção dos jovens. Com o contato cada vez maior das crianças e adolescentes com a internet, os veículos de comunicação de fato podem ser um problema no que diz respeito a educação. É comum encontrarmos redes sociais voltadas para crianças, que já nascem sendo expostas ao mundo digital por pais e familiares. Durante o desenvolvimento desse novo indivíduo, o contato exagerado com as mídias levam a falta de atenção e dificuldade de se envolver em relacionamentos reais. A professora do ensino médio, no Colégio Estadual Professor Edson Carneiro, Adriana Medeiros (46), trouxe um argumento que tanto favorece quanto desfavorece o uso das redes sociais: "Acredito que a interação excessiva em redes sociais pelos jovens, principalmente de crianças e adolescentes, pode ser um problema no que diz respeito às expectativas criadas por um mundo muito longe do real, onde a aparência é supervalorizada e todos estão sempre bem." O argumento da professora é validado por inúmeros estudos, que de fato ressaltam essa situação, quanto ao ensino, Adriana Medeiros ressalta que: "Quando utilizadas com orientação dos pais e supervisão dos mesmos, pode ser também um instrumento que auxilie no processo de ensino-aprendizagem, favorecendo a interação com um mundo sem horizontes que seria difícil alcançar fora do ambiente virtual". Psicólogos também abordam a questão relacionada ao desenvolvimento dos jovens. A Psicóloga Hevellim Carolaine, que trabalha no âmbito educacional na cidade de Barbosa Ferraz – PR, trouxe para essa entrevista um pouco mais sobre: "Na psicologia escolar estamos estudando muito isso e vemos que o uso do celular em sala aumentou, por isso novas regras passaram a ser colocadas em prática." A Psicóloga abordou em sua fala sobre o âmbito familiar, informando que o uso das redes sociais depende muito do convívio com a família. "Como estou na prática com pais e alunos, percebi que quando os pais são presentes na vida escolar do filho, a tecnologia não interfere tanto no desenvolvimento, mas quando não, o uso das redes sociais e os jogos, vem atrapalhando o desenvolvimento do aluno tanto em sala de aula, como em casa." O que pais e alunos têm a dizer dessa situação? Os pais, na maioria das vezes, são os maiores responsáveis pelo uso precoce das redes sociais na vida dos jovens. Dada a correria da vida pessoal, trabalho, cuidados com a casa e afins, às vezes, a grande solução é colocar o celular na mão da criança e deixar que se distraia com as redes. Alma Floria, funcionária pública e mãe de duas meninas em fase escolar, aborda a situação como um todo, dizendo que “em parte, tem momentos que atrapalha. Os jogos, tem uma grande influência. Em outra já ajuda, com as pesquisas, aplicativos de estudos e comunicação”. No caso da mais nova, de dez anos, a mãe continua “tem dias que ela estuda emburrada, mas quando termina a aula e vai jogar a expressão é outra, bem feliz”. Alunos mais velhos, que já possuem discernimento no que diz respeito ao futuro e ao uso das mídias sociais, conseguem trazer uma visão diferenciada do assunto. A exemplo do jovem, Crisley Wendel (18), estudante do Colégio Estadual Professor Edson Carneiro, que vê os dois lados da situação, diz que: “De ambas as formas, creio que o plano inicial era ajudar no desempenho dos alunos, porém acabou complicando a situação ao mesmo nível." O estudante ainda ressalta o despreparo de alguns professores no uso das mídias sociais para o aprendizado: "Já que é tudo muito novo tanto para eles quanto para nós. Os alunos também muitas das vezes não conseguem acompanhar o ritmo das mídias, ou seja, por problemas em relação a internet, ou até mesmo a falta dela, dificultando o processo de ensino". É importante usar as mídias sociais como divertimento e até como aprendizado, porém de uma forma leve e fluída, pois tudo que é feito com exagero causa problemas na vida do ser humano, se esse ser humano está em desenvolvimento é preciso saber ainda mais como usar.
- Salvador salta no ranking de desenvolvimento de tecnologia e inovação no Brasil
Até 2020, a capital baiana ocupava a 28ª posição nesta temática Foto: Ronaldo Anunciação Salvador é uma das cidades bem-posicionadas no ranking da Connected Smart Cities 2021 . A capital baiana salta de 28º, posição que ocupava em 2020, para a 4ª posição em 2021 no quesito Tecnologia e Inovação. Entre os destaques, estão a promulgação de 100% da população coberta pelo sinal de 4G e velocidade média das conexões de banda larga contratada de 114,2 mbps. Uma das principais iniciativas que fizeram Salvador subir no ranking foi a ampliação da rede de acesso à internet Conecta Salvador, que faz parte do Programa Salvador 360° - Eixo Cidade Inteligente. A rede utiliza as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para facilitar a vida da população na cidade. “O Conecta Salvador está sendo ampliado. Já adicionamos mil equipamentos novos na cidade, que foram instalados, principalmente, nas escolas municipais. Além disso, colocamos a rede wi-fi da Prefeitura nos principais parques do município, como o Parque dos Dinossauros e o Parque da Cidade, e na Cidade da Música”, revela o secretário municipal de Tecnologia e Inovação (Semit), Samuel Araújo. O estudo foi desenvolvido e idealizado Urban Systems e Necta e desde 2015 cria uma plataforma de discussão e negócios sobre cidades inteligentes e com maior potencial de desenvolvimento no Brasil. O evento nacional acontece anualmente e é destaque em mais de 1.000 matérias nos principais veículos de TV, Rádio, mídia impressa e redes sociais. O Connected Smart Cities também é o evento que mais gera negócios para o setor. Veja alguns tópicos em destaque para Salvador: Parques Tecnológicos Velocidade média das conexões contratadas 114,2 Mbps Operadora de Fibra Ótica (7 operadoras de serviço B.L) Força de Trabalho ocupada do Setor TIC 1,80% (total de empregos formais) Centro de Controle e Operações (Sim) Bilhete eletrônico transporte público (Sim) Crescimento das Empresas de Tecnologia (1,10% crescimento das empresas) Cobertura 4g no município (100,00% moradores cobertos 4g) Semáforos inteligentes (Sim) Número de Polos Tecnológicos (2 polos) Trabalhadores formais com Ensino Superior (25,2% dos empregos formais) Cadastro Imobiliário (I-DC) Número de incubadoras de empresas (6) Densidade de Banda Larga Fixa 45,95% (Domicílios com Banda Larga / 100 domicílios) Sistema de iluminação inteligente (Sim) Atendimento ao cidadão por meio de aplicativo (APP + Site)
- Refugiadas ucranianas fazem show no Pelourinho
Grupo vai tocar, cantar, recitar poesia e ler os Diários da Guerra Imagens: Divulgação (Artistas ucranianas) A Cantina da Lua recebe neste sábado (7), a partir das 18h, o “Show da Ucrânia”, que será realizado por artistas ucranianas, bielorrussas e brasileiros. O objetivo será divulgar a cultura ucraniana e arrecadar dinheiro para a compra de comida, medicamentos e roupas para crianças, pessoas idosas e com deficiência na cidade de Kharkiv, na Ucrânia. O show terá apresentações de Vladyslava Danyliuk, Maria Sorokina, Vítor de Salles, Olesia Matei, Anastasiia Syvash, Volha Franco e Paterson Franco. O grupo de artistas vai tocar e cantar músicas ucranianas e brasileiras, recitação de poesia e apresentação do projeto “Diários da Guerra”, que reúne relatos de ucranianos que vivenciam o conflito. A entrada para o show é gratuita e a contribuição poderá ser feita antes, através da plataforma Vakinha ou Pix: 2809840@vakinha.com.br , durante e/ou depois do show.
- Rui Costa anuncia decreto que libera uso de máscaras em ambiente fechado
Governador da Bahia disse que a Flexibilização acontece devido à redução do número de casos ativos de covid-19 Vídeo: Reprodução / GOVBA Em agenda no município de Ibicuí, na manhã desta segunda-feira (11), o governador Rui Costa anunciou que será publicado no Diário Oficial do Estado, o decreto que desobriga a utilização de máscara em ambientes fechados. O uso ainda prevalece nas unidades de saúde do estado. O último decreto, publicado em 02 de abril, já havia tornado facultativo o uso da máscara em áreas abertas com ampla ventilação. As medidas estão amparadas pelas quedas nos números de casos de Covid-19 e nas taxas de ocupação dos leitos hospitalares destinados ao tratamento da doença, e declarou que "alcançamos menos de 100 pessoas em leitos de UTI e menos 1.000 casos ativos". Outros detalhes sobre a retirada da obrigatoriedade do uso da máscara serão publicados nesta terça-feira (12) no Diário Oficial do Estado.
- Ritmo do recôncavo baiano ganha documentário inédito: ‘Arrocha: de Candeias para o Mundo’
Audiovisual aborda o cenário do Arrocha, com entrevistas de artistas, pesquisadores e produtores envolvidos Imagens: Divulgação - (Bastidores: Nara Costa/Henrique Moura/Márcio Moreno/Dynno Boy) Estreia no próximo sábado dia (30), às 12h, documentário inédito “Arrocha: de Candeias para o Mundo”, com 20 minutos de duração, será exibido gratuitamente no canal do Youtube da Ouriçado Produções. Será o primeiro produto do Projeto Arrocha Bahia, que vai se estender em outros projetos, como a realização de um espetáculo musical que está em fase de composição. “Arrocha: de Candeias para o Mundo” é um documentário para cravar, em definitivo, no Recôncavo da Bahia o surgimento do Arrocha, música de enorme sucesso", afirma Edvard Passos, diretor-geral do projeto. O documentário, propõe contar as histórias que envolvem o nascimento do Arrocha, a partir dos depoimentos dos artistas Nara Costa, Márcio Moreno, Dynno Boy, Anna Catarina e Henrique Moura (o Henrique do Sax), a história do Arrocha é contada. Participam também do programa Milton Moura, professor e pesquisador da Universidade Federal da Bahia, e o ativista popular Crisangelo Cirqueira, nascido em Candeias, que traz para o audiovisual sua visão como público e fã do gênero. A criação e produção 100% baiana que marca o trabalho conjunto de três empresas que atuam na área de cultura : a Toca Criações Artísticas, de Danilo Cairo, a Trielétrica, de Edvard Passos e a Sujeito Filmes, de Heraldo de Deus. Imagens: Divulgação (Milton Moura /Nara Costa e Edvard Passos /Anna Catarina) A cultura popular da Bahia encontra no Arrocha uma abrangente e incontestável expressão e o documentário é, sobretudo, um testemunho e reconhecimento dessa história. Baseado na ousadia, vitalidade, criatividade e baianidade, esse fenômeno das massas traduz o espírito de um tempo do nosso povo: a música que trata despudoradamente do que o coração sente. ”Agradeço a todos que compreenderam a importância do documentário e aceitaram ser entrevistados. Uma experiência ao mesmo tempo divertida e séria”, conclui o diretor. O projeto foi contemplado pelo Prêmio Riachão – Projetos de Pequeno Porte, da Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, destinado pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
- SENAI CIMATEC e Embrapa selam parceria técnico-científica para o agronegócio
Acordo foi assinado em Brasília durante evento comemorativo de 49 anos da Embrapa Foto: Divulgação SENAI CIMATEC O SENAI CIMATEC firmou um acordo de cooperação com a Embrapa com o objetivo de desenvolver programas destinados ao aprofundamento do conhecimento técnico-científico no âmbito do agronegócio. As duas instituições vão operar, de forma conjunta, uma unidade mista destinada à pesquisa e ao desenvolvimento de projetos. O acordo foi assinado pelo presidente da Embrapa, Celso Moretti, e pelo Diretor de Tecnologia e Inovação do SENAI CIMATEC, Leone Andrade, na última quarta-feira (27), durante a solenidade em comemoração aos 49 anos da Embrapa, em Brasília. Para o Presidente da FIEB, Ricardo Alban, o acordo de cooperação vai promover o intercâmbio de conhecimento, com o objetivo de avançar em pesquisas de interesses comuns. “Nós vamos trabalhar de forma conjunta, unir os esforços das duas instituições para desenvolver projetos para o setor produtivo, que vão beneficiar todo o setor agro no Brasil”, reforça Ricardo Alban. De acordo com o presidente da Embrapa, Celso Moretti, o acordo de cooperação vai abrir frentes importantes para novos projetos e estudos envolvendo as equipes das duas instituições. "O foco serão novos projetos que deverão gerar resultados de aplicação direta pela indústria brasileira, em temas estratégicos como segurança alimentar, nutrição e saúde, biotecnologia avançada aplicada ao agronegócio, agricultura digital e de precisão, nanotecnologia, fibras e biomassas para uso industrial", complementou Celso Moretti.












