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Reposição hormonal pode reduzir uso de medicamentos na menopausa, diz especialista

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 4 de mai.
  • 2 min de leitura

Médico destaca relação entre queda hormonal e sintomas como insônia, irritabilidade e inflamação

Homem de terno branco fala ao microfone em estúdio. Ele usa óculos e parece concentrado. Garrafa térmica visível na frente dele. Fundo escuro.
Médico integrativo Avaí Neto durante entrevista em estúdio, ao comentar sobre reposição hormonal e saúde da mulher — Crédito: Reprodução

A reposição hormonal pode reduzir a necessidade de medicamentos como anti-inflamatórios, indutores do sono e antidepressivos em mulheres no climatério e na menopausa, segundo o médico integrativo Avaí Neto. A afirmação foi feita durante entrevista concedida à Band, ao comentar os impactos da queda de hormônios nesse período.


De acordo com o especialista, sintomas frequentemente tratados com medicamentos convencionais podem estar associados à redução de estrogênio e progesterona, comuns nessa fase da vida.


“Eu já atendi mulheres usando anti-inflamatórios, indutores de sono e antidepressivos ao mesmo tempo. Em muitos casos, esses sintomas estão relacionados à queda de estradiol e progesterona”, afirmou.

O climatério e a menopausa são marcados pela diminuição gradual desses hormônios, o que pode provocar alterações de humor, distúrbios do sono e sintomas físicos. Estudos indicam que níveis reduzidos de estrogênio estão associados a irritabilidade, ansiedade, insônia e fadiga, além de impactos no bem-estar geral.


Do ponto de vista médico, esses hormônios desempenham papel importante na regulação do humor, do sono e de funções cognitivas. Quando indicada, a terapia hormonal pode contribuir para a redução desses sintomas.


Uso exige avaliação médica


Apesar dos possíveis benefícios, a reposição hormonal deve ser feita com acompanhamento médico e avaliação individualizada. Fatores como histórico de saúde, idade e presença de contraindicações precisam ser considerados antes da indicação do tratamento.


Especialistas destacam que a terapia não substitui automaticamente o uso de outros medicamentos e deve ser analisada caso a caso, dentro de um plano terapêutico adequado.

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