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Como cuidar da pele após os 50 anos: especialista explica rotina ideal

  • Foto do escritor: Rony Costa
    Rony Costa
  • 11 de mai.
  • 2 min de leitura

Biomédica esteta Jéssica Magalhães explica como prevenir rugas, flacidez e manchas em peles maduras, especialmente em mulheres negras

Mulher sentada em poltrona branca com fundo marrom. Ela veste roupa clara, tem cabelos cacheados e tatuagens. Ao lado, mesa com abajur.
Jéssica Magalhães — Crédito: Estúdio Criativo

A busca por cuidados com a pele após os 50 anos tem se tornado cada vez mais frequente entre mulheres que desejam manter a saúde, hidratação e firmeza do rosto. Com o avanço da idade, a redução natural da produção de colágeno e elastina favorece o surgimento de rugas, flacidez e manchas, exigindo uma rotina de cuidados mais estratégica e individualizada.


Segundo a biomédica esteta Jéssica Magalhães, as peles maduras precisam de atenção especial, principalmente no caso das mulheres negras, que possuem maior tendência ao surgimento de manchas após processos inflamatórios e exposição solar acumulada ao longo da vida.


“Muitas mulheres chegam aos 50 anos sem entender completamente as necessidades da própria pele. Durante muito tempo, os protocolos estéticos não foram pensados para peles negras maduras, e isso impacta diretamente nos cuidados adotados hoje”, explica a especialista.

Entre as principais orientações, Jéssica destaca a importância de uma higienização suave, evitando sabonetes agressivos que possam sensibilizar ainda mais a pele. Ela também recomenda o uso de séruns antioxidantes, hidratação reforçada e protetor solar diariamente, inclusive em ambientes internos.

Close-up do rosto de uma mulher mais velha, destacando a textura da pele e os sinais de envelhecimento contra um fundo neutro.
Pele madura exige cuidados específicos para hidratação, firmeza e uniformização do tom — Ilustração

Outro ponto de atenção está no uso excessivo de produtos e procedimentos sem acompanhamento profissional. De acordo com a biomédica, o exagero em esfoliações e ativos muito agressivos pode provocar efeito rebote, aumentando manchas e irritações.


“A pele madura precisa de equilíbrio. Nem sempre utilizar mais produtos significa obter melhores resultados. O excesso pode causar inflamações e acelerar problemas que poderiam ser evitados”, afirma.

A especialista também chama atenção para os chamados lentigos solares, conhecidos popularmente como manchas senis, uma das principais queixas entre pacientes acima dos 50 anos. Segundo ela, o tratamento deve ser feito de forma personalizada, respeitando as características de cada pele.


Além da rotina diária, procedimentos que estimulam a produção de colágeno sem causar inflamações intensas podem contribuir para melhorar a firmeza e a textura da pele ao longo do envelhecimento.


Para Jéssica Magalhães, o envelhecimento saudável da pele está diretamente ligado à constância dos cuidados e ao acompanhamento adequado. “O objetivo não é impedir o envelhecimento, mas permitir que ele aconteça de forma saudável, respeitando as características e necessidades de cada pessoa”, conclui.

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